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Por que evitar usar uma plataforma 3D em seu evento digital?

Por que evitar usar uma plataforma 3D em seu evento digital?

Usar plataforma 3D no seu evento digital pode dificultar a navegação os participantes. Confira!

Mais de um ano após o início da pandemia, podemos dizer que o assunto “eventos digitais” não é mais uma novidade. Ao longo dos últimos meses, pudemos observar diversos momentos de demanda, expectativas e frustrações para o que se trata de organizar um momento para conversar e interagir com quem realmente importa para sua empresa.

A Digiclowd acredita que o principal objetivo em uma ação digital é permitir ao espectador uma experiência leve, dinâmica e que permita buscar informações. Dessa forma, no âmbito de aprendizado, engajamento, treinamento ou divulgação de dados de uma associação de classe. Também insistimos para que um evento não fique com cara de reunião virtual, afinal de contas, passamos o dia na frente de uma tela.

Houve um movimento forte de grandes empresas detentoras das tecnologias para reuniões virtuais. Elas se reorganizaram e limitaram ainda mais as funcionalidades de suas versões free. Como o Zoom, Meet, Whereby, Teams, etc. Sendo assim, todas elas foram obrigadas a aumentar seus preços, pois afinal streaming não é uma solução barata, muito menos gratuita. 

Além dessas plataformas, o público aprendeu que o Youtube é legal, mas quando se trata de eventos corporativos não tem nada a ver. Não existe finalidade (ou competência) de monetizar nada com a mecânica, apenas quer continuar comunicando com sua audiência (interna ou externa). Se você fizer um evento pelo zoom e transmitir pelo youtube, então existe um desastre anunciado com relação ao resultado final.

Por que não uma plataforma 3D então?

Na Digiclowd, percebemos que a maioria das produtoras e agências, ainda se sentem atraídas por uma plataforma que simula um ambiente 3D para um evento digital. Porém, acreditamos que isto simplesmente não funciona. 

Imagine se você abrisse o aplicativo do iFood, aparecesse uma imagem de uma rua cheia de restaurantes. Você teria que escolher o que quer, fazer o pedido, clicar nele. Depois clicar na porta para entrar, no garçom para fazer seu pedido e assim vai. 

Ao contrário de tentar replicar o ambiente físico num ambiente virtual, o iFood investiu numa navegação intuitiva para seus usuários. Essa, baseada nos padrões de navegação digital internacional, do jeito que as pessoas já sabem navegar em seus dispositivos digitais.

Em uma plataforma 3D para eventos digitais, é impossível enxergar onde clicar para acessar cada área. A falta de um mouse (disponível num PC ou notebook) que vira uma “mãozinha” quando passa sobre um hiperlink, impede de você saber onde clicar, caso você não consiga ler o que está escrito. A seguir alguns exemplos:

Muita informação visual em plataforma 3D

No mundo dos eventos presenciais, o tamanho de stand, inclusão de banners, fachadas enormes, dentre outros, fazem parte da monetização de patrocinadores e expositores dos eventos. Porém, para chamar a atenção de um participante num evento digital, isto não segue necessariamente a mesma regra.

As pessoas são impactadas diariamente com publicidades digitais, quem se prepara para participar e assistir um evento digital, está em busca de conteúdo, engajamento e interação, assim como no mundo físico. Sendo assim, a estratégia de impacto “comercial” por parte dos organizadores deve ser repensada. Claro que existe solução para monetização de um evento digital, mas não significa que uma plataforma 3D vá resolver este problema. 

Abaixo mostrarei dois exemplos de situação de feira e expositores em um ambiente 3D simulados:

Os espectadores de eventos digitais não querem ter que descobrir como acessar as informações. Afinal, se você pensar em fazer algo realmente diferente, que traga uma experiência incrível (do ponto de vista de navegação), deverá investir em Realidade Virtual. Além disso, em ambientes imersivos em tecnologia 3D, realidade aumentada e uso de tecnologias combinadas. 

Ofereça uma experiência de navegação o mais simples e efetiva possível, e foque na mensagem, conteúdo e engajamento, que afinal de contas, é o que realmente importa.

Nós da Digiclowd temos o que você precisa para oferecer aos participantes um evento de força de conteúdo, qualidade e engajamento! Entre em contato conosco e saiba mais sobre a plataforma.

Andreas Wiemer

Andreas Wiemer

Gestor de empresas, com nove anos de experiência internacional de vendas no mercado europeu e asiático, Co-Fundador do Grupo Confidence Câmbio, maior do país, também atuou por 3 anos como CEO da Travelex Brasil. Sócio-fundador da LedCom, mais de 10 anos de experiência no mercado de eventos e clientes como Rock’n Rio, Multishow, entre outros.

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